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Live Now

Sabe a imagem que eu coloquei ontem no post NiceNews? Então, fiquei de falar mais sobre ela e juro que vou ser rápida.
A história é a seguinte: ao descobrir que tem câncer, um rapaz chamado Eric Smith passa a viver e a enxergar a vida por uma nova perspectiva. Durante todo o processo de tratamentos dolorosos, ele sente seu corpo arrebatado, mas seu espírito cada dia mais disposto. E por isso Eric resolve dar início a um novo projeto. O Live Now!

Live Now é uma convocação à viver bem, é a interpretação de ilustradores, artistas e designers sobre aproveitar todos os momentos da vida. O próprio Eric explica melhor todo o conceito do projeto no site.
A idéia ainda está começando a tomar forma, mas já acho encantador de ver.

“I’m a small-town guy living to create and doing my part to spread truth and inspiration. I choose happiness daily and enjoy living a creative life.”

Bom Feriado

Dentro da cabine do banheiro. Mola, Circo Voador.
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Exposição 30 anos da Melissa, Santa Teresa.
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Nos arredores de Santa.
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Qual é a chave?

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Tô querendo saber.
*A foto é daqui.

Campanha pelo café da manhã de comercial

Acho que todo mundo deveria acordar mais cedo ou perder um pouco mais de tempo de manhã para fazer um café bem gostoso e colorido. Olha o meu!

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Quem me conhece sabe o sacrifício que é eu colocar a preguiça de lado e fazer uma refeição maneira.
Me animei tanto que vou até caminhar nesse solzão pra ver se fico mais atlética. Do jeito que tá, tá brabo!

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Segunda-feira

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*Imagem daqui.

Eu, robô

Desde que comecei a me interessar por mídias sociais venho me questionando sobre as vantagens de se ter um conteúdo tão livre como o que a gente vem experimentando na internet. Tudo bem para quem é apenas receptor, acho que não tem nada melhor, afinal, quem não gosta de ter acesso a tanta coisa legal, com uma facilidade incrível e ainda por cima de graça? Todo mundo, né? Mas, fico encasquetada, e para o emissor, tanto aquele que sempre foi, como para aquele que agora tem a oportunidade de ser, qual a vantagem de tudo isso?
Não é à toa que na indústria musical, por exemplo, muita gente pirou quando se viu em meio ao mundo novo dos downloads de mp3. Momento marcante esse, não acham? É como tirar doce da boca de criança e ainda por cima mandar ela se virar se quiser conseguir outro. A “industria emissora” se programou para se apropriar do que a internet proclama ser nosso por direito. É diferente, é uma boa mudança de hábito, gosto disso.
Mas voltando a questão lá do começo, como é que faz para ter alguma vantagem em liberar conteúdo sem cobrar por ele? Depois de ler muitas discussões, principalmente no blog do Chris Brogan, comecei a formar minha opinião.

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Não é novidade nenhuma que grande parte do que a sociedade tem hoje (não do que a sociedade é, mas sim do que ela tem) vem de um círculo vicioso que gira em torno de dinheiro, dim dim, bufunfa, coisa que gente normal sabe o que é, mas nem sempre vê. Porém, quem está dentro dessa máquina de compra e venda não são outras máquinas, mas sim, humanos. Pessoas que gostam de ser alguém e de se sentir alguém, não só uma coisa vendável qualquer. Acho que essa é a nossa essência, mesmo que ela venha sendo negada todo dia.
Daí vem a internet e nos dá a oportunidade de nos expressar. Deixa a gente ser livre de novo. E é aí que está a grande vantagem de se liberar conteúdo. É a gente voltar a ser nós mesmos, a fazer as coisas em troca de um bem comum. Seria perfeito se não fosse o tal capitalismo, que não está programado para funcionar dessa maneira. Está programado para funcionar, aliás, de maneira contrária. Mas será que não está na hora da gente fazer a nossa parte para tomar as rédeas do modelo organizacional que vivemos?
Não estou dizendo que o mundo poderia ser colorido, ou socialista, ou comunista. O que eu digo aqui é que não podemos deixar a forma que nos organizamos se colocar sobre quem nós somos. E tenho certeza, essa mudança de hábitos não vai fazer o mundo entrar em colapso.
Também não tenho a pretensão de ser inovadora com tudo isso que falei, não é de hoje que mil discussões pipocam sobre isso. Só estou fazendo a minha parte, o que eu acho que é um grande começo. Pensem nisso. De que forma você pode contribuir?

*Foto linda, está até nos meus favoritos do Flickr. Tirei daqui.

Saldão final

Estou muito feliz com o saldo super positivo desse Fashion Rio. Não estou falando de tendências, nem de brindes (mas vou mostrar todos que ganhei num próximo post). Estou falando do esclarecimento pessoal e profissional que consegui alcançar com esse trabalho. Sem desvios, auto-sabotagens ou discursos politicamente corretos, estou mergulhando no fashion e estou achando legal.

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Luminária da sala de imprensa. Ai que boba, mas sempre quis saber como é uma sala de imprensa! hahahaha

Escrevi resenhas sobre os bastidores do evento no site da GWS. Clica lá!