Arquivo da tag: mágica

Bom Feriado

Dentro da cabine do banheiro. Mola, Circo Voador.
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Exposição 30 anos da Melissa, Santa Teresa.
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Nos arredores de Santa.
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Family Girl

Primo, mãe, tia e eu
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Um dos momentos mais legais desse ano foi essa viagem com a minha família. Comidinhas maravilhosas e conversas que fazem o coração encher de amor, sabe?
Fomos para Caratinga, interior de MG, lugar onde minha mãe foi criada e eu também passei boa parte da infância. Voltar lá me faz lembrar de quando eu era pequenininha e achava que a casa da vovó do menino maluquinho, do Ziraldo, era a mesma que a da minha bisa. Até resgatei meu livro antigo e fiquei olhando a ilustração. Ai, como é parecida. Até a samambaia! Casa de vó é tudo igual mesmo, não é?

Meu livro todo rabiscado do O Menino Maluquinho
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Eu, robô

Desde que comecei a me interessar por mídias sociais venho me questionando sobre as vantagens de se ter um conteúdo tão livre como o que a gente vem experimentando na internet. Tudo bem para quem é apenas receptor, acho que não tem nada melhor, afinal, quem não gosta de ter acesso a tanta coisa legal, com uma facilidade incrível e ainda por cima de graça? Todo mundo, né? Mas, fico encasquetada, e para o emissor, tanto aquele que sempre foi, como para aquele que agora tem a oportunidade de ser, qual a vantagem de tudo isso?
Não é à toa que na indústria musical, por exemplo, muita gente pirou quando se viu em meio ao mundo novo dos downloads de mp3. Momento marcante esse, não acham? É como tirar doce da boca de criança e ainda por cima mandar ela se virar se quiser conseguir outro. A “industria emissora” se programou para se apropriar do que a internet proclama ser nosso por direito. É diferente, é uma boa mudança de hábito, gosto disso.
Mas voltando a questão lá do começo, como é que faz para ter alguma vantagem em liberar conteúdo sem cobrar por ele? Depois de ler muitas discussões, principalmente no blog do Chris Brogan, comecei a formar minha opinião.

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Não é novidade nenhuma que grande parte do que a sociedade tem hoje (não do que a sociedade é, mas sim do que ela tem) vem de um círculo vicioso que gira em torno de dinheiro, dim dim, bufunfa, coisa que gente normal sabe o que é, mas nem sempre vê. Porém, quem está dentro dessa máquina de compra e venda não são outras máquinas, mas sim, humanos. Pessoas que gostam de ser alguém e de se sentir alguém, não só uma coisa vendável qualquer. Acho que essa é a nossa essência, mesmo que ela venha sendo negada todo dia.
Daí vem a internet e nos dá a oportunidade de nos expressar. Deixa a gente ser livre de novo. E é aí que está a grande vantagem de se liberar conteúdo. É a gente voltar a ser nós mesmos, a fazer as coisas em troca de um bem comum. Seria perfeito se não fosse o tal capitalismo, que não está programado para funcionar dessa maneira. Está programado para funcionar, aliás, de maneira contrária. Mas será que não está na hora da gente fazer a nossa parte para tomar as rédeas do modelo organizacional que vivemos?
Não estou dizendo que o mundo poderia ser colorido, ou socialista, ou comunista. O que eu digo aqui é que não podemos deixar a forma que nos organizamos se colocar sobre quem nós somos. E tenho certeza, essa mudança de hábitos não vai fazer o mundo entrar em colapso.
Também não tenho a pretensão de ser inovadora com tudo isso que falei, não é de hoje que mil discussões pipocam sobre isso. Só estou fazendo a minha parte, o que eu acho que é um grande começo. Pensem nisso. De que forma você pode contribuir?

*Foto linda, está até nos meus favoritos do Flickr. Tirei daqui.

A melhor de todos os tempos – parte II

Adorei passar a semana ouvindo o “Please Please Me”, que CD fofo! Letras de amor adolescente e batida que gruda no ouvido, quem diria. Não é a minha fase predileta dos Beatles, but I like it anyway.
Enquanto escutava fiquei imaginando como devia ser aquela época, o que as pessoas estavam fazendo, o que o mundo vivia. Sei lá, gosto de contextualizar as coisas que leio, vejo, escuto. Coisa de doida.
Aí pedi para um amigo querido desde os tempos do colégio me ajudar. O Tiago, que é historiador, professor, futuro cineasta e blogueiro, escreveu em pouquíssimas linhas os eventos mais importantes do ano que o CD foi lançado, 1963. Aí vai:

“A guerra fria esfriava. O Vietnam sangrava. John Kennedy sangrava. No Brasil, as tensões aumentavam. Jango retoma à presidência com plenos poderes. Che e Fidel recolocavam a América Latina no mapa.”

Achei super útil, deu uma clareada. Gostei tanto que pedi para ele fazer a mesma coisas com os próximos posts.


E nessa semana comecei a ouvir o “With The Beatles”, também de 63. Esses caras eram umas máquinas de fazer disco! Que bom! E aí, alguém me acompanha?

A melhor de todos os tempos

Beatles é tão encantador quanto intrigante. Começando pelo começo, to ouvindo tudo deles.

Semana Please please me. Alguém me acompanha?