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BloGift #4

Oi oi oi!
Domingão de sol firme no Rio, bom dia! Estou indo aproveitar a praia agora bem cedinho… manhã é ou não é uma delícia?
Enquanto isso aqui estão as coisas mais legais que vi em blogs esses dias. Espero que gostem também!

Tons of free icon sets, do How Obout Orange.
São 70 sets de ícones de todos os tipos! Comida, coisas fofas, tecnologia, música, videogame, carros. É de enlouquecer! para fazer download direto clica aqui.

Style Crush: Gemma Arterton, do Le Fashion
Moça linda! Adorei os looks.

Magnetic Map Ceiling, do Givers Log.
Sempre quis um mapa no teto em cima da cama! Esse é magnético (não precisa colocar esses imãs de bichinhos de pelúcia! hehe) dá pra ir colando fotos, bilhetinhos, lembranças de viagem…


Michael Kors S/S 2011, Le Fashion.

I ♥ this particular outfit very very much.

Seu Canto de Trabalho, do Studio da Lu
Muitas imagens inspiradoras. Essas três foram as minhas preferidas.

Bom domingo galera!

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No meu reader – parte 3

Vamos lá, essa é a terceira parte dedicada ao meu blogroll aqui do lado direito. Aqui eu falo um pouquinho dos blogs que mais visito e por quê. Para quem quiser, aqui está a parte 1 e 2.

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E você com isso?
Hospedado no site da MTV, esse blog procura estreitar a relação entre a política e os eleitores. Sempre bom lembrar que temos ligação com o que acontece no congresso e que esse assunto não é um bicho de 7 cabeças que devemos manter distância, né? Muito pelo contrário.

Enjoei (e tô vendendo)

Foi um dos primeiros “brechós online” que encontrei na rede e um dos poucos que gostei. Só o nome já me cativou; divertido, simples e auto-explicativo. Já vendi umas 3 peças lá e faturei uma graninha. O serviço é ótimo, de confiança e o melhor: tem muita coisa legal de verdade com ótimos preços. Tem que ficar de olho e acompanhar sempre por que as coisas mais lindas são vendidas rapidinho!

Estilo Iesa
Escrito por quem entende de moda de verdade. Mas sou suspeita para falar da Iesa, acho que ela é a minha jornalista de moda preferida. No blog ela mantêm a linha da coluna do JB, a diferença é que na web tem espaço a vontade para escrever. Posts bem embasados e cobertura de desfiles em lugares que a gente não ouve falar com tanta frequência ou com uma perspectiva diferente, do que todo está mundo falando.

Fashion Squad
Mais um blog que gira em torno da blogueira estilosa. Adoro, confesso! hehehe Essa menina começou com o blog independente e agora está no portal Perfect Guide. Mas não mudou nada para os leitores, ela continua colocando links, fotos, editorias que ela curte e a gente também!

Fashionismo
Esse é de uma brasileira que ama moda, mas não trabalha com isso. Ela faz um conteúdo voltado para tudo que a inspira, principalmente celebridades e novidades de beleza.

Fifi Lapin
Ai, esse é muito fofinho! Blog da coelinha fashionista, Fifi. É todo baseado nas ilustrações dessa personagem usando os looks mais bombados das passarelas internacionais. Achei original, maior gracinha.

*A foto é de uma amiga minha, a Naty. O flickr dela é uma delícia.

Eu, robô

Desde que comecei a me interessar por mídias sociais venho me questionando sobre as vantagens de se ter um conteúdo tão livre como o que a gente vem experimentando na internet. Tudo bem para quem é apenas receptor, acho que não tem nada melhor, afinal, quem não gosta de ter acesso a tanta coisa legal, com uma facilidade incrível e ainda por cima de graça? Todo mundo, né? Mas, fico encasquetada, e para o emissor, tanto aquele que sempre foi, como para aquele que agora tem a oportunidade de ser, qual a vantagem de tudo isso?
Não é à toa que na indústria musical, por exemplo, muita gente pirou quando se viu em meio ao mundo novo dos downloads de mp3. Momento marcante esse, não acham? É como tirar doce da boca de criança e ainda por cima mandar ela se virar se quiser conseguir outro. A “industria emissora” se programou para se apropriar do que a internet proclama ser nosso por direito. É diferente, é uma boa mudança de hábito, gosto disso.
Mas voltando a questão lá do começo, como é que faz para ter alguma vantagem em liberar conteúdo sem cobrar por ele? Depois de ler muitas discussões, principalmente no blog do Chris Brogan, comecei a formar minha opinião.

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Não é novidade nenhuma que grande parte do que a sociedade tem hoje (não do que a sociedade é, mas sim do que ela tem) vem de um círculo vicioso que gira em torno de dinheiro, dim dim, bufunfa, coisa que gente normal sabe o que é, mas nem sempre vê. Porém, quem está dentro dessa máquina de compra e venda não são outras máquinas, mas sim, humanos. Pessoas que gostam de ser alguém e de se sentir alguém, não só uma coisa vendável qualquer. Acho que essa é a nossa essência, mesmo que ela venha sendo negada todo dia.
Daí vem a internet e nos dá a oportunidade de nos expressar. Deixa a gente ser livre de novo. E é aí que está a grande vantagem de se liberar conteúdo. É a gente voltar a ser nós mesmos, a fazer as coisas em troca de um bem comum. Seria perfeito se não fosse o tal capitalismo, que não está programado para funcionar dessa maneira. Está programado para funcionar, aliás, de maneira contrária. Mas será que não está na hora da gente fazer a nossa parte para tomar as rédeas do modelo organizacional que vivemos?
Não estou dizendo que o mundo poderia ser colorido, ou socialista, ou comunista. O que eu digo aqui é que não podemos deixar a forma que nos organizamos se colocar sobre quem nós somos. E tenho certeza, essa mudança de hábitos não vai fazer o mundo entrar em colapso.
Também não tenho a pretensão de ser inovadora com tudo isso que falei, não é de hoje que mil discussões pipocam sobre isso. Só estou fazendo a minha parte, o que eu acho que é um grande começo. Pensem nisso. De que forma você pode contribuir?

*Foto linda, está até nos meus favoritos do Flickr. Tirei daqui.