Arquivo da tag: alternativo

Bom Feriado

Dentro da cabine do banheiro. Mola, Circo Voador.
Foto0010_02

Exposição 30 anos da Melissa, Santa Teresa.
Foto0013_02
Foto0016_02
Foto0026_01

Nos arredores de Santa.
Foto0023_01
Foto0036_01

#BrechoDay

Gente, no próximo sábado, dia 15, vai rolar o BrechoDay no Atelier Zellig, em Botafogo! Organizado por mim e pela Má R., o evento acontede de 15h até 21h e conta com um acervo recheado de peças semi-novas selecionadas por nós e pelas meninas da Zellig, Priscila e Adriana.
Para quem quer fazer compras por um preço pra lá de justo, vale a pena dar uma passada! Além do brechó, os acessórios da Zellig estarão também estarão a venda e melhor, em liquidação!
Abaixo está o convite com todas as informações.

brechoday

E para as meninas que quiserem colocar roupas para vender, ainda dá tempo! Se quiser participar dê uma olhada no seu armário e separe peças bem bacanas e que não têm mais a ver com você. As peças devem ser entregues em um dos endereços de coleta acompanhadas por um papel com seu nome, e-mail e telefones e a relação de peças com as sugestões de valores que você gostaria de receber por elas.

Para saber os endereços de coleta deixe um comentário com seu email ;)

As peças serão selecionadas e caso os preços sugeridos não sejam aprovados entraremos em contato com você antes do evento para chegarmos a um acordo.

Após o bazar você será informada sobre o que vendeu e as peças restantes serão devolvidas junto com o seu pagamento. E nós, organizadoras, ficamos uma comissão de 10% pelas suas vendas.

Serão coletadas roupas, bolsas e sapatos.

Eu, robô

Desde que comecei a me interessar por mídias sociais venho me questionando sobre as vantagens de se ter um conteúdo tão livre como o que a gente vem experimentando na internet. Tudo bem para quem é apenas receptor, acho que não tem nada melhor, afinal, quem não gosta de ter acesso a tanta coisa legal, com uma facilidade incrível e ainda por cima de graça? Todo mundo, né? Mas, fico encasquetada, e para o emissor, tanto aquele que sempre foi, como para aquele que agora tem a oportunidade de ser, qual a vantagem de tudo isso?
Não é à toa que na indústria musical, por exemplo, muita gente pirou quando se viu em meio ao mundo novo dos downloads de mp3. Momento marcante esse, não acham? É como tirar doce da boca de criança e ainda por cima mandar ela se virar se quiser conseguir outro. A “industria emissora” se programou para se apropriar do que a internet proclama ser nosso por direito. É diferente, é uma boa mudança de hábito, gosto disso.
Mas voltando a questão lá do começo, como é que faz para ter alguma vantagem em liberar conteúdo sem cobrar por ele? Depois de ler muitas discussões, principalmente no blog do Chris Brogan, comecei a formar minha opinião.

3402378603_ba65d6fd3a_o
Não é novidade nenhuma que grande parte do que a sociedade tem hoje (não do que a sociedade é, mas sim do que ela tem) vem de um círculo vicioso que gira em torno de dinheiro, dim dim, bufunfa, coisa que gente normal sabe o que é, mas nem sempre vê. Porém, quem está dentro dessa máquina de compra e venda não são outras máquinas, mas sim, humanos. Pessoas que gostam de ser alguém e de se sentir alguém, não só uma coisa vendável qualquer. Acho que essa é a nossa essência, mesmo que ela venha sendo negada todo dia.
Daí vem a internet e nos dá a oportunidade de nos expressar. Deixa a gente ser livre de novo. E é aí que está a grande vantagem de se liberar conteúdo. É a gente voltar a ser nós mesmos, a fazer as coisas em troca de um bem comum. Seria perfeito se não fosse o tal capitalismo, que não está programado para funcionar dessa maneira. Está programado para funcionar, aliás, de maneira contrária. Mas será que não está na hora da gente fazer a nossa parte para tomar as rédeas do modelo organizacional que vivemos?
Não estou dizendo que o mundo poderia ser colorido, ou socialista, ou comunista. O que eu digo aqui é que não podemos deixar a forma que nos organizamos se colocar sobre quem nós somos. E tenho certeza, essa mudança de hábitos não vai fazer o mundo entrar em colapso.
Também não tenho a pretensão de ser inovadora com tudo isso que falei, não é de hoje que mil discussões pipocam sobre isso. Só estou fazendo a minha parte, o que eu acho que é um grande começo. Pensem nisso. De que forma você pode contribuir?

*Foto linda, está até nos meus favoritos do Flickr. Tirei daqui.

Atrás das câmeras

Imagem017
Adoro backstage. Seja de uma publicação, evento, sessão de fotos ou o que for. Esse aí de cima foi no camarim da Manufatura, numa sessão de fotos para a Camiseteria. Pena que não pude ficar até o final. Tava um clima ótimo com a galera envolvida e eu toda boba de finalmente estar fazendo uma coisa que gosto de verdade.
Imagem005
E olha, tenho que compartilhar mais um achado que fiz para o meu armário nesse sábado. Calça com estampa de zebra na Renner por R$20. Sou uma pessoa mais feliz quando consigo comprar uma peça que gosto pagando um preço justo.

A melhor de todos os tempos

Beatles é tão encantador quanto intrigante. Começando pelo começo, to ouvindo tudo deles.

Semana Please please me. Alguém me acompanha?

Dia das mães low profile

Domingo é dia de descansar, curtir a preguiça, ver filmes, fazer programinhas lights. E nesse dia das mães, eu e minha mãe decidimos manter esses hábitos que adoramos e não enfrentar os restaurantes lotados, nem nos despencar para muito longe.

DSC_0255_02 (600 x 402)
Primeiro, almoço com suco de melancia no Terzetto Cafe. Hidratação pura.

DSC_0280_02
Depois, um passeio pela Feira Hippie de Ipanema. Vale super a pena, tem tanta coisa bonita. O segredo é olhar cada barraquinha com cuidado. Os achados são inevitáveis.

DSC_0288_02
DSC_0292_02 (600 x 413)
Vestir conforto, para mim, é o charme de todos os domingos.

Mais duas fotos de hoje