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I’m so fucking tired of this shit

*not talking about my blog, or you.

Sabedoria e fé

Ter forças para depois de tentar e cair, levantar.

Minha vida de acordo com Hanson

Brincadeira do facebook que eu adorei, mas não me senti a vontade para publicar lá. Mas aqui eu não me incomodo. =)

Usando nomes de músicas apenas de um artista ou grupo, habilmente responda a essas perguntas. Passe para 25 pessoas que você gosta e me inclua. Você não pode usar a banda que eu usei. Tente não repetir um título da canção. É muito mais difícil do que você imagina! Republique como “minha vida de acordo com (nome da banda ou artista)”

Você é um homem ou mulher?
Dream Girl

Descreva-se:
Strong enough to break

Como você se sente?
Weird

Descreva o local onde você vive atualmente:
Fire on the mountain

Se você pudesse ir a qualquer lugar, aonde você iria?
An evening at the big top

Sua forma de transporte preferido:
The walk

Seu melhor amigo?
She’s so lovely

Você e seus amigos. Como são?
Hand in hand

Qual é o clima?
Surely as the sun

Hora do dia favorita:
Mmmmbop

Se sua vida fosse um programa de TV, como seria chamado?
Dying to be alive

O que é a vida para você?
The ugly truth

Seu relacionamento:
Love song

Seu medo:
Tearing it down

Qual é o melhor conselho que você tem a dar?
Let you go

Pensamento do Dia:

Wish there I wast there

Meu lema:
Get up and go

É para correr!


Está rolando um sorteio tão legal lá no GWSmag que eu precisava vir avisar vocês antes que acabe o prazo, que é hoje, meia noite!
Basta deixar um comentário ou um twitt para concorrer a um convite para o Workshop da Moda, que rola nesse sábado, no Rio. Só tem grandes nomes da moda carioca e vai valer super a pena.
Clica aqui pra ver a promo!

Oi!

Eu, robô

Desde que comecei a me interessar por mídias sociais venho me questionando sobre as vantagens de se ter um conteúdo tão livre como o que a gente vem experimentando na internet. Tudo bem para quem é apenas receptor, acho que não tem nada melhor, afinal, quem não gosta de ter acesso a tanta coisa legal, com uma facilidade incrível e ainda por cima de graça? Todo mundo, né? Mas, fico encasquetada, e para o emissor, tanto aquele que sempre foi, como para aquele que agora tem a oportunidade de ser, qual a vantagem de tudo isso?
Não é à toa que na indústria musical, por exemplo, muita gente pirou quando se viu em meio ao mundo novo dos downloads de mp3. Momento marcante esse, não acham? É como tirar doce da boca de criança e ainda por cima mandar ela se virar se quiser conseguir outro. A “industria emissora” se programou para se apropriar do que a internet proclama ser nosso por direito. É diferente, é uma boa mudança de hábito, gosto disso.
Mas voltando a questão lá do começo, como é que faz para ter alguma vantagem em liberar conteúdo sem cobrar por ele? Depois de ler muitas discussões, principalmente no blog do Chris Brogan, comecei a formar minha opinião.

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Não é novidade nenhuma que grande parte do que a sociedade tem hoje (não do que a sociedade é, mas sim do que ela tem) vem de um círculo vicioso que gira em torno de dinheiro, dim dim, bufunfa, coisa que gente normal sabe o que é, mas nem sempre vê. Porém, quem está dentro dessa máquina de compra e venda não são outras máquinas, mas sim, humanos. Pessoas que gostam de ser alguém e de se sentir alguém, não só uma coisa vendável qualquer. Acho que essa é a nossa essência, mesmo que ela venha sendo negada todo dia.
Daí vem a internet e nos dá a oportunidade de nos expressar. Deixa a gente ser livre de novo. E é aí que está a grande vantagem de se liberar conteúdo. É a gente voltar a ser nós mesmos, a fazer as coisas em troca de um bem comum. Seria perfeito se não fosse o tal capitalismo, que não está programado para funcionar dessa maneira. Está programado para funcionar, aliás, de maneira contrária. Mas será que não está na hora da gente fazer a nossa parte para tomar as rédeas do modelo organizacional que vivemos?
Não estou dizendo que o mundo poderia ser colorido, ou socialista, ou comunista. O que eu digo aqui é que não podemos deixar a forma que nos organizamos se colocar sobre quem nós somos. E tenho certeza, essa mudança de hábitos não vai fazer o mundo entrar em colapso.
Também não tenho a pretensão de ser inovadora com tudo isso que falei, não é de hoje que mil discussões pipocam sobre isso. Só estou fazendo a minha parte, o que eu acho que é um grande começo. Pensem nisso. De que forma você pode contribuir?

*Foto linda, está até nos meus favoritos do Flickr. Tirei daqui.

Momento de reflexão

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A causa do meu sumiço aqui do blog é simples, eu estava bem perdida em relação ao conteúdo do Um Charme. O que eu vinha escrevendo não me agradava muito. Esse lance de repetir notícias que os outros blogs de moda já postam não tem graça nenhuma e falar só sobre eu mesma, além de ser chato para mim, pode ser ainda mais chato para o leitor.
Por conta da minha insatisfação, dei uma pausa para refletir. Junto com as perguntas que pipocavam na minha cabeça sobre o que fazer com esse espaço, comecei a notar meu interesse sobre as teorias que rondam a tal Web 2.0, os blogs, o jornalismo e a moda. Acabei me dando conta de que eu poderia unir o útil ao agradável, construindo meu próprio “arsenal teórico” sobre a forma com que o jornalismo de moda se comunica na internet e, consequentemente, encontrando um jeito legal de postar aqui.
Para melhorar consegui resolver um outro problema, a minha monografia. O meu tema era algo em torno de carreira diplomática e eu ainda não tinha nem começado a escrever. Agora a coisa vai andar, nada melhor do que falar sobre o que a gente gosta. Espero que fique bom, daí eu publico tudo, ou pelo menos uma parte, por aqui. Me aguardem.

*A foto lá em cima é de um dos meus flickrs prediletos. As fotos tem um clima fofo e aconchegante. Adoro! Para quem quiser ver, basta clicar.

Ordem e Progresso

Hoje eu estou de TPM e vou aproveitar para falar o que eu quiser.
Que revolta desse país mal administrado que é o Brasil. Raiva de ver tanta abundância de mão de obra inteligente e disposta a trabalhar desperdiçada por interesses mesquinhos. Raiva dessa gente mal educada que está no congresso lavando dinheiro, roubando milhões sem cerimônia. Não tiveram pai nem mãe para ensinar valores, ética, conduta moral? Não, né, só pode. Depois tem que ficar criando CPI atrás de CPI para fazer o povo se enrolar, não entender mais nada, se sentir frustrado e deixar de lado.
Não aprenderam a dar exemplo. Se o meu chefe chega atrasado no trabalho, eu quero poder chegar mais tarde também, não é assim que funciona? E se o meu governador pode roubar, eu posso montar meu esquema para roubar também. É assim que funciona.
Tão ensinando o povo a burlar as leis, a tirarem sarro do cidadania, a cultivarem a ganância como ideologia de vida. E uma coisa é certa, eu já disse isso antes aqui: quem sabe, sabe. E ensina bem. Tá aí o resultado.
E o sistema fica assim: Primeiro os poderosos fazem a festa e, depois, com o dinheiro que sobrar, eles pagam as contas da educação, saúde, transporte da população. Como já dizia o grande poeta Marcelo D2, “Ordem para o povo, progresso para a burguesia.”
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