Arquivo do mês: abril 2011

Memórias de Minhas Putas Tristes

Comecei a ler por que achei light. Tenho lido livros com mais de 600 páginas, um atrás do outro. Isso cansa, sabe. E sei lá, o livro já estava terminando e eu ainda não tinha captado a mensagem. Só me impressionava como é bem escrito. Até que me deu um clique.

Vale a pena ler por quê…
Cento e vinte poucas páginas que te deixa bobo de ver como tem gente que nasceu pra fazer aquilo que faz. Gabriel Garcia Márquez não poderia ser outra coisa a não ser autor. Tem o dom da escrita em cada palavra, em cada vírgula. Só por isso já vale a pena. Mas tem mais. É inacreditável como um autor pode ser tão genial e transformar um comportamento normalmente visto como indecente e nojento em… amor.
O resto você tem que ler e sentir o clique.

Quem não leu, leia. Quem já leu, me conta.

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Welcome to Disney World – A primeira etapa

Meus amigos falam que eu poderia escrever um livro contando minhas aventuras de viagem. Preferi escrever aqui no blog mesmo. Porque vai que ninguém ia querer publicar meu livro. Eu, com toda certeza, me sentiria muito a escória da sociedade. Aqui na internet eu não me sinto rejeitada, é só apertar um botão escrito “publish“, sem depender de ninguém gostar de mim. Que ironia.

E olha, eu nem sou tão viajada assim, tem gente que é muito mais, mas ok, resolvi contar. Vou começar pelos meus 2 meses e meio de trabalho na Disney e como eu, a garota que tinha piercing na língua, fui parar lá.

Eu não escolhi, eu fui
Contexto: Segundo semestre de 2005. Quarto período da faculdade de jornalismo da FACHA. Aliás, minto, quarto período da faculdade de Farani. E eu queria lá saber de ir fazer intercâmbio na Disney? Onde se só pode usar um brinco em cada orelha, um anel em cada mão, unhas de cores discretas e blá blá blá. Não, né.
Eu nem sabia que existia isso de trabalhar lá. Muito menos que recrutavam gente de quase o mundo todo, ainda mais gente do Brasil, ainda mais universitários. Eu nunca pensei que ia querer a Disney, nunca pensei que a Disney ia me querer.
Mas eu tenho uma amiga que já é minha amiga desde os tempos do colégio que é uma pessoa direita. Eu também sou direita hoje em dia, mas quando eu era adolescente eu não era. Enfim.
Ela veio pra mim um dia com esse papo de que precisava de companhia para participar da seleção do International College Program da Disney.
— Carol, vamos comigo tentar um negócio de ir trabalhar na Disney?
— Oi?
— Hum. Tá. É um programa de intercâmbio. Work Experience, já ouviu falar?
— Já.
— Tem que ser universitário, não pode ser do primeiro nem do último período. A hora é agora.
— Ah brother, deve ser chatão. Nem quero.
— Mas vamos comigo? Por favor, tô tensa de ir sozinha. Só pra me fazer companhia.
— Ir contigo onde cara? Na Disney? hehehe
— Duh. Pra participar do processo seletivo tem que ir numa palestra.
— …
— Vamos, por favor!!! Você trocou meu aniversário por uma festa no Iate. E agora quando eu peço pra ir numa mísera palestra você não vai. Você é fogo.
[Notem que ela não fala “Você é fod*”. Fofa. haha]
— Ai, tá bom.

A primeira etapa
E fui. A palestra explica tim tim por tim tim de como funciona o tal International College Program. Por mais alheia que eu estivesse àquilo tudo, comecei a me interessar. É tudo muito mágico, muito envolvente. Dá muita vontade de ir.
Fora a parte bonita da coisa, nesse encontro a gente fica sabendo que é preciso passar por três fases antes de se tornar um cast member. A primeira, que é a presença na palestra. A segunda, uma entrevista com o pessoal da STB, agência que representa a Disney no recrutamento do Brasil, e a terceira, uma entrevista com o pessoal da Disney.
O fato de já ter passado na primeira faz você se sentir um falso vitorioso. Porque afinal de contas, você não fez nada demais. Só esteve lá. Eu, por exemplo, estava de bobeira e resolvi acompanhar uma amiga. Ao mesmo tempo que deixa as coisas mais fáceis, com a sensação de já cumpri 1/3 da tarefa, então vamos em frente.
Na própria palestra a STB já marca uma data para te entrevistar. Tudo muito fácil, acessível e eu, a essa altura do campeonato, já comecei a pensar que não seria nada mal tirar o meu piercing e que eu ia ficar muito mais bonita sem ele.

Muito mais bonita? Que ilusão:

[to be continued…]

Tomates Verdes Fritos

O filme é da década de 90, mas eu só assisti agora. E quer saber? Que bom. Se eu tivesse visto com 7 anos não teria entendido.

Vale a pena ver por quê…
É um aprendizado sobre como ser fiel às pessoas legais que te amam e só pedem uma coisa em troca: sua companhia. Notem que elas não pedem que você as ame de volta. Isso é muito importante.

Quem não viu, veja. Quem já viu, me conta.

Eu gostaria

*Vi no Le Fashion. As bolsas são Reed Krakoff.

Craft Monday #29

Hoje eu tô hardcore. Por mais que não combine comigo e, consequentemente, nem com o blog, não resisti. Mesmo dizendo para vocês que eu nunca usaria, a gente tem que concordar que esses sapatos são demais!



A artista é a californiana Taylor Reeve. E a moça não tá de brincadeira não. Inspirada pela arte de rua, graffitti, pop e, claro, tatoos, a moça já usou seus desenhos em coleções de marcas como Quiksilver, Dragon, Osiris e SkullCandy.







Ela lá e eu cá. Mas que eu acho mega legal, isso eu acho.

Aqui Taylor Reeve’s store no Etsy.

Like Paris?

Le Flâneur (music by The XX) from Luke Shepard on Vimeo.

Esse vídeo foi feito somente com fotografias. Coisa linda *.*

Vi no facebook da Matchbook Magazine.

O escritório do Etsy!

Amei quando a Lucia me mandou um twitt (thanks xuxu!!) com o link para essas fotos do escritório do Etsy. Eu tô sempre falando deles aqui no blog e nunca tinha visto como é ambiente de trabalho desse pessoal que está disseminando o handmade pelo mundo. Muito legal!











Fotos: Scott Beale / Laughing Squid
(Via youpix)